segunda-feira, 11 de março de 2013

CULTURA
Para entendermos o que é cultura precisamos primeiro entender o que é natureza. Natureza é a soma de tudo o que existe no mundo que não sofreu a intervenção humana. Poço, então, dizer que os rios, os pássaros, as plantas, a chuva, as montanhas etc, que não sofreram a influência do homem, tudo isso faz parte da natureza. Ao passo que castelos, prédios, pontes, linguagens, símbolos etc. não fazem parte da natureza, mas do mundo cultural dos humanos.
O mundo cultural é possível porque o homem tem o poder de  dominar a natureza, ele a modifica e sai do mundo natural e entra no mundo dos símbolos. Nenhum animal faz isso. O homem inventa sintemas simbólicos, como a linguagem, códigos de leis, normas de conduta, e ainda, ferramentas, utensílios e máquinas que lhe tiram do mundo natural. As habilidades desenvolvidas pelos animais servem somente para melhor adaptá-los ao mundo natural e garantir a sua sobrevivência. 
O homem é, então, um ser cultural. Todavia, a diversidade  cultural prova a dificuldade  de todos os homens andarem em unidade. Por exemplo, na cultura judaica conservadora não é permitido  que se coma carne de porco, ao passo que no Brasil o pé de porco na feijoada é um prato apreciado por muitos. Esses conflitos culturais nos levam à seguinte pergunta: Toda cultura é boa ou algumas culturas são prejudiciais?
Responderei mais tarde,
Pr. Eduardo Santos.

sábado, 19 de maio de 2012

SABEDORIA


SABEDORIA
Sabedoria, em grego, Σοφία, "sofia". Essa  palavra dá origem a várias outras, como por exemplo, φιλοσοφία (filosofia)-"amor à sabedoria". Mas o que é sabedoria? A sabedoria é a habilidade para agir de maneira correta; é a conduta orientada pelo conhecimento de tudo que é verdadeiro, justo e benéfico à humanidade. 
O sábio é aquele que adquire conhecimento e usa todo o seu conhecimento para a prática do bem. O maior tolo é aquele que pensa ser sábio, sem o ser realmente, visto que faz o mal e não o bem. Ter conhecimento e ser inteligente não quer necessariamente dizer que aquele que possui tais vantagens seja sábio, pois o conhecimento é a apreensão de informações e a inteligência é a faculdade de entender, de discernir, interpretar as coisas. Alguém que tenha muito conhecimento e que compreenda, entenda, pense, ainda assim pode opitar por fazer o mal, tal pessoa não pode ser considerada sábia.
A verdadeira sabedoria também está ligada ao temor de Deus. "O temor do Senhor é o princípio do saber" (Provérbios 1.7a). Então, dizer que Deus não existe é, na verdade, o máximo da loucura. Todo sábio é inteligente, pois inteligência, ainda que não seja adquirida na escola, é requisito indispensável para a formação de um sábio, mas nem todo inteligente é sábio, pois a inteligência, empírica ou conquistada na escola, pode ser usada para a prática da injustiça, bem como para a destruição da própria espécie humana; quem age assim não é sábio.
Existe também uma sabedoria humana, e uma sabedoria celestial, revelada aos homens. A principal distinção entre elas é que a primeira, o seu fundamento é o conhecimento das coisas terrenas, ou seja, se limita ao natural, por isso, o seu objetivo é apenas melhorar o presente século. A segunda, o seu fundamento é o conhecimento da vontade de Deus, por isso conduz para a vida eterna: "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem enviaste" (João 17.2). Essa última não se limita apenas em ajudar o próximo, mas também em como agradar a Deus.
A sabedoria humana seria a habilidade que ajuda o homem a identificar seus erros como cidadão e os da sociedade e corrigi-los. A sabedoria divina aprofunda os conhecimentos humanos e os ensina os mais altos valores para a vida, e o conduz à comunhão com Deus, levando-nos ao exercício do verdadeiro amor, que é visto nas boas ações.
Autor: Pr. Eduardo Santos